Por sua responsabilidade com relação à gestão de controle de emissão de gases de efeito estufa, a Cooperativa Pindorama foi agraciada com o “Selo Alagoas Pelo Clima”, proferido pelo IMA-AL (Instituto do Meio Ambiente de Alagoas), em solenidade realizada na manhã desta terça-feira, dia 20 de janeiro, na Casa da Indústria, em Maceió.
No reconhecimento desta terça-feira, o “Selo Alagoas Pelo Clima” entregue à Pindorama diz respeito às ações de descarbonização da Fábrica de Levedura de Cana, que produz o item utilizado na nutrição animal.
Para o presidente Klécio Santos, a condecoração reflete o compromisso da empresa com a responsabilidade climática.
“Um dia de premiação muito importante para a nossa Cooperativa Pindorama. Quero agradecer e parabenizar o trabalho feito por nossa gestão ambiental, na pessoa do Werverton, e dizer que, com isso, nós estamos chancelando e mostrando que estamos na pegada do que prega o mundo, a questão do equilíbrio, da sustentabilidade e dos cuidados com o meio ambiente. Isso aqui nos estimula ainda mais por mostrar que nós estamos no caminho certo, fazendo o máximo para nos ajustar nessas questões ambientais. E é a partir daí que a empresa cresce, se desenvolve e faz o seu papel de sustentabilidade”, destacou Klécio Santos.
Responsável pela ações de proteção ambiental da Pindorama, o engenheiro ambiental Weverton Ferreira enfatizou a preocupação da empresa com relação à redução de emissão de gases do efeito estufa.
“A Cooperativa Pindorama vem desempenhando um papel muito importante para toda a região Sul do nosso estado, cada vez mais reduzindo suas emissões atmosféricas, buscando novas soluções para reduzir o carbono que é gerado e, consequentemente, garantindo a sustentabilidade de suas indústrias”, disse Ferreira.
Outras empresas de diferentes segmentos também receberam a certificação. No caso específico da Pindorama, a cooperativa foi a primeira indústria sucroenergética do Nordeste, em 2020, a obter a certificação do RenovaBio, política nacional de descarbonização com o objetivo de reduzir a intensidade de carbono da matriz de combustíveis de transporte por meio do aumento da produção de biocombustíveis. A partir de então, a cooperativa passou a gerar renda extra aos seus cooperados com créditos de carbono. De lá para cá, mais de R$ 8 milhões em créditos de descarbonização, os chamados CBIOS, já foram distribuídos proporcionalmente entre os cooperados.
